Constelação Sistêmica na Água para mulheres que desejam destravar novos movimentos no amor, na prosperidade e na vida, olhando para aquilo que a mente sozinha não consegue alcançar.
Uma pergunta e o seu WhatsApp. Sem cadastro, sem nome, sem e-mail. Quem responde do outro lado sou eu, e a conversa fica entre nós duas.
É para quem sente que existe um próximo nível, mas sabe que, para chegar lá, precisa olhar para algo além do que já enxerga sozinha.
"Você chama de autossabotagem. Às vezes existe uma lealdade invisível por trás."
Ninguém escolhe o começo da própria história. Você recebeu um sobrenome, um jeito de amar, um jeito de lidar com dinheiro, e uma ideia bem formada do que uma mulher da sua família pode ou não pode fazer.
Isso tudo chegou pronto. E o que chega pronto costuma se repetir, não por fraqueza, mas por lealdade. Repetir é uma forma silenciosa de pertencer.
Uma mulher pode passar a vida inteira achando que o problema é ela, quando na verdade está cumprindo à risca um acordo que foi feito muito antes dela nascer, por gente que ela talvez nem tenha conhecido.
A constelação serve para olhar onde essa lealdade está saindo cara. Não para culpar ninguém, e nem dá para culpar: os seus pais também receberam isso pronto.
"O que você chama de medo de crescer talvez seja um jeito de não passar na frente de ninguém."
Não é aprender a parecer poderosa. É ocupar o lugar que já é seu, e sentir leveza nisso.
"Eu não quero ensinar mulheres a parecerem poderosas.
Quero ajudá-las a ocupar o próprio lugar e se sentirem leves."
É por videochamada, ao vivo, você e eu. Da sua casa, de fone de ouvido, com a porta fechada. Ninguém precisa saber que você fez. E depois de uma conversa dessas você já está em casa, o que faz diferença.
A gente conversa no WhatsApp e escolhe junto o tema. Você não precisa chegar sabendo o que constelar. Descobrir isso é parte do meu trabalho, e o assunto que a mulher me traz no começo da conversa quase nunca é o assunto que a gente acaba constelando.
Eu monto a constelação numa bacia com água, e cada peça que entra ali representa alguém do seu sistema. Você vê tudo pela chamada, ao vivo, e me diz o que reconhece. Sem grupo, sem plateia, sem estranhos encenando a sua família.
Você compartilha só o que escolher. O ritmo é seu, e você pode parar a qualquer momento, sem explicar. O que você conta aqui não sai daqui.
Você sai com uma leitura do que apareceu e com um jeito prático de se posicionar já na semana seguinte.
Uma vivência leva de 30 minutos a 4 horas, depende do que aparece.
O que a vivência faz é devolver clareza sobre o que já estava ali o tempo todo.
Entender o que se repete e de onde vem. Descobrir que o problema nunca foi falta de esforço costuma ser a primeira coisa que alivia.
Um jeito prático de se posicionar na segunda-feira. Com os seus pais, com o dinheiro, no trabalho, na relação.
Enxergar o lugar que você vinha ocupando. E qual outro passa a caber.
Cada mulher chega num momento diferente e sai com uma leitura diferente. Isso não é resultado garantido, e não substitui acompanhamento de saúde.
Escolha a frase mais parecida com o seu momento, ou escreva a sua, e deixe o seu WhatsApp. Ao confirmar, a conversa abre com a frase já escrita, e quem responde do outro lado sou eu.
É por onde eu te respondo. Se a conversa cair, eu consigo te retornar.
Faltou o número, ou ele está incompleto.
Quem responde do outro lado sou eu.
Eu conduzo cada vivência com presença, sensibilidade e direção. O meu trabalho é criar um ambiente seguro para você olhar, com calma, para os padrões que atravessam a sua vida.
Na prática, eu conduzo de um jeito acolhedor e estratégico ao mesmo tempo, e respeito o seu limite: a gente vai até onde você quiser ir naquele dia, e nem um passo além.
Eu conduzo devagar. E a sua história não vira espetáculo comigo.
"Eu enxergo aquilo que ainda não tem nome. E eu não preciso te convencer: vamos olhar juntas."
Onde eu me formei, e o que cada uma acrescenta:
Presencial precisa ser a constelação em grupo, aquela em que estranhos representam a sua família numa sala. Esta aqui é individual: você, eu e a videochamada, ao vivo. E o online tem uma vantagem que quase ninguém comenta, que é a privacidade: contar um assunto de família num círculo de quinze pessoas é uma coisa, contar numa sala onde só existem duas é outra. A sua história fica entre nós, e no fim é só fechar o notebook.
Não, e essa diferença importa. Existe quem venda um trabalho feito sobre a pessoa enquanto ela nem está presente, só com o nome dela, sem chamada e sem conversa. Eu não faço isso e nem recomendo. Aqui é online e ao vivo: você na chamada, vendo, falando e decidindo.
Ceticismo aqui é bem-vindo, e eu prefiro assim. Eu não vou te pedir fé nem interpretar a sua vida por você. A gente olha, você decide o que faz sentido, e se não fizer, tudo bem.
Constelação não tem religião e não pede que você mude a sua: nada de oração, culto, doutrina ou conversão. Fazem católicas, evangélicas, mulheres de outras fés e mulheres sem fé nenhuma. Se ainda assim o assunto te deixar desconfortável, converse com quem te orienta na sua fé, porque eu prefiro que você venha tranquila do que convencida.
Cada vivência é única, e eu não vou prometer que você sai com uma resposta pronta. A gente olha para um tema específico, escolhido por você, e o que aparece ali é o que dá para enxergar naquele dia. Tem mulher que sai com a ficha caída. Tem mulher que entende dois dias depois, no meio de uma conversa banal. As duas coisas são comuns.
Faz sentido você estar cansada, e eu não vou prometer que aqui é diferente só porque sou eu. O que eu posso te dizer é o que a gente vai fazer: olhar para o que se repete, em vez de olhar para o que você já explicou mil vezes. Muita coisa falha porque trata a frase, e não o que está atrás dela.
Esse receio é comum e faz sentido. Você escolhe o tema, você dita o ritmo, e só entra o que você colocar: surpresa não é método aqui. Você fica consciente o tempo inteiro, assistindo pela chamada às peças se moverem na água. Quem conduz sou eu. Quem decide é você, e pode parar a qualquer momento, sem explicar nada.
Ótimo, e uma coisa não substitui a outra. Terapia trabalha a sua história e o seu processo; a constelação olha para o sistema onde essa história começou, muitas vezes antes de você nascer. São ferramentas diferentes e caminham lado a lado, então se você está em acompanhamento, siga.
E você não precisa. Aqui não existe questionário nem ficha obrigatória: uma vivência pode começar com uma frase de duas linhas. O que você preferir guardar, guarde. O que se fala aqui fica aqui.
Ninguém aqui vai te dizer que você precisa perdoar, se curvar ou aceitar qualquer coisa, e eu jamais peço que uma mulher se responsabilize pelo que fizeram com ela. Olhar também não obriga a agir: você pode enxergar o que se repete e escolher deixar tudo como está por enquanto. A escolha continua sendo sua.
Uma vivência leva de 30 minutos a 4 horas, depende do que aparece, e termina ali mesmo. É um encontro só, sem pacote e sem continuidade contratada. Você faz uma vez e decide sozinha se quer outra.
Vou te responder direto. Constelação familiar não é psicologia, não é medicina e não é reconhecida pelos conselhos dessas profissões. Não existe comprovação científica de eficácia, e eu não vou te dizer que existe. É uma prática de autoconhecimento: um jeito estruturado de olhar a própria história. Se alguém te prometer cura ou resultado garantido, desconfie.
"Talvez você não tenha dificuldade para conquistar.
Talvez tenha dificuldade para se permitir ocupar o lugar que conquistou."
Você escolhe a frase, deixa o seu WhatsApp, e a conversa começa por aí. Sem cadastro e sem e-mail.
É por onde eu te respondo. Se a conversa cair, eu consigo te retornar.
Faltou o número, ou ele está incompleto.
Quem responde do outro lado sou eu.
O que te trouxe até aqui?
Escolha a frase mais parecida com o seu momento, ou escreva a sua, e deixe o seu WhatsApp. Sem cadastro e sem e-mail.
É por onde eu te respondo. Se a conversa cair, eu consigo te retornar.
Faltou o número, ou ele está incompleto.
Quem responde do outro lado sou eu.