Uma sessão para enxergar o que se repete na história da sua família, e decidir o que continua com você.
Uma pergunta só. Sem cadastro, sem nome, sem e-mail.
Não é a mesma coisa. E a diferença não é de qualidade: é de formato.
A pessoa que precisa estar na chamada é você. E você está.
Contar um assunto de família num círculo de quinze pessoas é uma coisa. Contar numa sala onde só existem duas é outra.
Uma mesa de madeira clara filmada pela câmera, onde peças passam a representar as pessoas da sua história. E é você quem diz o nome de cada peça e onde cada uma fica.
Nos primeiros minutos, o meu rosto. É conversa.
Depois, uma mesa clara vista de cima. Sobre ela, as figuras. Uma delas é você.
As minhas mãos entrando no quadro para mover as peças. Uma de cada vez, depois de você dizer para onde.
E, o tempo todo, a sua voz e a minha.
Não tem incenso na tela. Não tem vela, não tem penumbra, não tem música de fundo. Uma mesa, algumas figuras e duas mulheres conversando com atenção.
Ninguém marca uma constelação por curiosidade. Marca porque tem uma cena que volta.
Repare no que nenhuma delas diz: falta de esforço. Quem chega aqui já tentou, já leu, já entendeu na teoria, e continua vivendo a mesma cena.
A constelação não trata da frase. Trata do que está atrás dela.
Você recebeu muita coisa antes de poder escolher. Um sobrenome. Um jeito de amar. Uma ideia bem definida do que uma mulher da sua família pode e não pode fazer. Tudo isso chegou pronto.
O que se repete dentro de uma família costuma se repetir por lealdade. Repetir é uma forma silenciosa de pertencer. A constelação serve para olhar onde essa lealdade está saindo cara.
Ela não te pede para aceitar. Não te pede para se curvar. Não te pede para perdoar ninguém, nem para se ajoelhar diante de história nenhuma. Isso existe no mercado, e não é o que eu faço.
Existe um nome antigo para esse lugar: soberana. Não é a que grita mais alto. É a que conhece o próprio território, sabe o que herdou e decide o que faz com isso.
Herdar não é obedecer. Herdar é receber uma casa e decidir o que fica, o que sai e onde vai a porta.
Escolha a frase mais parecida com o seu momento, ou escreva a sua. Sem cadastro, sem nome, sem e-mail. Ao confirmar, o WhatsApp abre com ela já escrita.
Quem responde do outro lado sou eu.
Você me conta o que te trouxe. A gente encontra uma frase objetiva, uma só, que vira o tema da sessão. É você quem aprova.
As peças não são ninguém até você dizer quem são. E é você quem diz onde cada uma fica. Nada entra na mesa sem você dizer que entra.
Eu movo as peças e faço perguntas. O que muda quando essa fica de frente para aquela? Quem está faltando nessa mesa? Quem lê a cena é você.
Termina numa imagem: uma configuração da mesa que faz sentido, uma frase. Não termina com tarefa de casa nem com lista do que você deveria fazer da vida.
Por que dura de 30 minutos a 4 horas? Porque quem manda no tempo é o assunto. Eu reservo o bloco inteiro: você não é cronometrada e não paga a mais por isso. O valor é o mesmo com quarenta minutos ou com quatro horas.
O valor eu passo no WhatsApp, junto com as próximas datas, antes de qualquer agendamento.
O valor que eu digo no WhatsApp é o valor final. Não tem taxa que aparece depois, e não tem condição especial para quem insiste.
Consteladora familiar. Eu conduzo todas as sessões, pessoalmente.
Ainda não publico depoimentos.
O que se fala na sessão fica na sessão, e eu só publico relato com autorização por escrito. Esta página vai ganhar essa seção quando alguma cliente quiser assinar o que sentiu.
Até lá: formato claro, preço claro, e a possibilidade de me perguntar qualquer coisa no WhatsApp antes de decidir.
Se, depois da sessão, o que você quiser olhar não for a história de onde você vem, mas os padrões de resposta e de decisão do dia a dia, eu tenho um segundo atendimento, com outro protocolo e outra base. Valor próprio, agendamento próprio, informado por escrito antes de qualquer agendamento.
Precisa ser presencial a constelação em grupo, aquela em que estranhos representam a sua família. Esta aqui é individual: quem representa o seu sistema são peças sobre uma mesa, com a câmera apontada para elas. Você vê tudo ao vivo e conduz junto comigo. O formato individual é feito para ser assim, e ganha em privacidade.
Não, e essa distinção é importante. Existe quem venda um trabalho feito sobre a pessoa enquanto ela não está, só com o nome dela, sem chamada, sem conversa. Não é o que eu faço, e eu não recomendo. Aqui é online e ao vivo: você na chamada, vendo, falando e decidindo onde cada peça vai. Se você não estiver na chamada, não existe sessão.
Não. Ninguém da sua família precisa saber, participar, autorizar ou concordar. A sessão é feita só com você. As pessoas envolvidas aparecem sobre a mesa, representadas por peças, não na chamada.
Você conta o que quiser contar. Não existe questionário, ficha nem histórico obrigatório. Uma sessão pode começar com uma frase de duas linhas. O que você não quiser dizer em voz alta, não diga: uma peça sobre a mesa pode ocupar o lugar de "esse assunto" sem nome nenhum.
Não é religião e não pede que você mude a sua. Não tem oração, culto, doutrina, ritual nem conversão. Sobre a mesa há peças de madeira e o que você me contar. Fazem constelação mulheres católicas, evangélicas, de outras fés e sem fé nenhuma. Eu não vou te pedir para acreditar em nada. E se, mesmo assim, o assunto ficar desconfortável, converse com quem te orienta na sua fé. Eu prefiro que você venha tranquila.
Não. Não existe invocação, incorporação, transe nem contato com mortos. Eu não trabalho com mediunidade. Quando uma avó entra na sessão, ela entra como o que é: uma informação sobre a história da sua família, uma peça na mesa, com um nome. O que você vai ouvir são perguntas, não revelações.
Vou te responder direto, porque prefiro que você saiba agora e não depois. Constelação familiar não é psicologia, não é medicina e não é reconhecida pelos conselhos dessas profissões. Não existe comprovação científica de eficácia, e eu não vou te dizer que existe. É uma prática de autoconhecimento: um jeito estruturado de olhar a própria história. Eu não faço diagnóstico e não opino sobre tratamento de saúde, e nada disso substitui acompanhamento profissional. Se alguém te prometer resultado garantido, desconfie.
Não. Existe uma linha dentro desse mercado que trabalha com hierarquia, submissão e a ideia de que cabe à mulher aceitar e se curvar. Não é o meu trabalho e eu não conduzo assim. Ninguém aqui vai te dizer que você precisa perdoar, se ajoelhar ou aceitar qualquer coisa, e eu não peço que nenhuma mulher se responsabilize pelo que fizeram com ela. A sessão serve para você enxergar e escolher. E escolher inclui sair.
Esse receio é comum e faz sentido. Falar de assunto de família mexe, e seria desonesto dizer o contrário. O que eu posso te dizer é como eu conduzo: você escolhe o tema, você dita o ritmo, nada entra na mesa sem você colocar, eu não uso surpresa como método e você pode parar a qualquer momento, sem explicação. E se aparecer algo que peça acompanhamento profissional de saúde, eu vou te dizer com todas as letras.
Uma sessão trata um tema. Tem quem traga um assunto, saia com a leitura dele e não volte, e isso não é trabalho pela metade. Eu não vendo pacote, não marco retorno automático e não trabalho com número mínimo de encontros.
Eu passo o valor no WhatsApp, junto com as próximas datas, antes de qualquer agendamento. O que dá para adiantar aqui: é uma sessão individual, com atenção exclusiva, que pode durar até quatro horas. Não é atendimento em grupo dividido entre quinze pessoas nem consulta de 50 minutos. É pagamento único, sem pacote e sem mensalidade. Não é o mais barato do mercado e não é para ser. Se preço for o critério principal da sua escolha, existe opção mais barata por aí. Eu prefiro te dizer isso do que te vender por desconto.
Pode não acontecer como você imaginou, e ninguém honesto promete o contrário. Não existe garantia de resultado e eu não prometo nenhum. O que eu me comprometo a fazer é a condução: você vai entender o que está sendo feito, em que momento e por quê. Boa parte da frustração que se ouve nesse meio vem de profissional que não explica nada, ou de expectativa de mágica criada por conteúdo de internet. Nenhum dos dois acontece aqui.
É comum chegar assim, e não tem problema nenhum. Você não precisa saber nomear. A primeira parte da sessão existe exatamente para isso: você chega com o incômodo e a gente encontra a frase juntas.
O que se fala na sessão fica na sessão. Eu não uso o seu caso em rede social e não publico depoimento sem autorização escrita.
Sobre regulamentação: constelação familiar não é uma profissão regulamentada no Brasil, e eu prefiro te dizer isso do que fingir o contrário.
A área não é regulamentada no Brasil, então a formação de quem conduz é a única coisa que você tem para avaliar. Pergunte isso para qualquer profissional antes de marcar. Inclusive para mim.
Você não escolheu a história em que nasceu.
Escolhe o que faz com ela.
Sem cadastro, sem nome, sem e-mail. Uma sessão, um tema.
Quem responde do outro lado sou eu.